domingo, 28 de março de 2010

TEMPO DE MORRER, NASCER E CRESCER



[...] “Necessário vos é nascer de novo”.
Palavras de Jesus a Nicodemos. Registrado no Evangelho de João


Dois gêmeos estavam no útero da mãe. Nadando naquele ambiente escuro e aquecido, eles não podiam imaginar uma casa melhor. A temperatura era controlada, confortável e as refeições servidas à la carte, mas depois de nove meses, um anjo lhes disse:

—Vamos, amigos, está na hora de nascer.

—Nascer? - um deles replicou. O que é nascer?

—Ora, nascer é sair daí e gozar o mundo maravilhoso que Deus fez.

—Mundo? - disse 0 outro gêmeo. O que é mundo?

—Mundo é um lugar esplêndido, cheio de árvores e montanhas, rios e oceanos. Tem cores lindíssimas e vistas fantásticas, respondeu pacientemente o anjo.

—Montanhas? - perguntou um dos gêmeos.

—Rios? - o outro prosseguiu.

Depois de uma breve consulta, eles disseram ao anjo:

—Nunca vimos essas coisas. Vamos ficar com o que temos. Gostamos muito daqui. Não vamos aceitar essa coisa de "nascer", mas obrigado assim mesmo.

—Olhem, rapazes - disse firmemente o anjo - esta não é uma opção. Vocês não podem ficar aqui. Tem de nascer.

—Temos - choramingaram eles - Vai doer?

—Sim, um pouco, acho, e vocês tem de atravessar essa passagem escura ai embaixo, mas prometo que vão ficar contentes quando tudo acabar.

—Ooooooh, não. Não vamos atravessar essa passagem! - responderam os dois teimosamente.

—Vocês não têm escolha, meninos. Está na hora! - e o processo começou.

Por favor, nãããão.

Eles gritaram e lutaram o caminho inteiro, ao sair para o mundo, mas com a primeira respiração e ao experimentar o leite da mãe, eles disseram:

—Puxa! Este lugar é Átimo. Por que você não nos disse que era assim?

—Eu tentei - falou o anjo cansado - Mas vocês não quiseram ouvir

—Setenta anos mais tarde ele voltou até os gêmeos.

—Olá, rapazes, está na hora de morrer.

—Morrer? - perguntaram eles - Como é morrer?

—Oh, vocês vão para um lugar cheio de querubins e arcanjos.

—Eu nunca vi um arcanjo, nem um querubim - retrucou áspero um dos gêmeos.

—Nós gostamos das coisas aqui na terra - disse o outro. Há montanhas e rios, passáros e arvores. Estamos contentes aqui. Não vamos aceitar essa coisa de "morte", obrigado mesmo assim.

—Rapazes, vocês não têm escolha. Quer queriam quer não, vão morrer. E antes que perguntem, sim, vai doer um pouco. Vão passar por aquela sepultura logo ali embaixo de vocês.

—Sepultura? - gritou um deles.

—Dói - gemeu o outro.

E embora suplicassem e clamassem e se agarrassem á vida com todas as forças, morreram e foram para o paraíso. Depois de um momento que era uma eternidade - na presença do Criador e toda a Sua glória, eles disseram ao anjo:

—Ei, por que não nos disse que era assim tão maravilhosos

—Tentei - respondeu o anjo sorrindo - Mas vocês não quiseram ouvir,

Lembre-se de que, crescendo e escolhendo seu próprio caminho na vida, você está fazendo a viagem, o vôo da Fênix, com todos os desafios, descobertas, separações (mortes) e triunfos (renascimentos) que isso traz. Crescendo você se libertará.

“Tudo tem seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer; e tempo de morrer...”
ECLESIASTES 3

LUZ, Daniel C. Fênix: renascendo das cinzas. 2ª. Ed. São Paulo: DVS Editora, 2006.


PENSAMENTOS & REFLEXÕES

O que dizer sobre a Terapia Iniciática, sem nos referirmos a Grande Aventura da Jornada da Alma, da qual todos nós somos do inicio ao fim, os protagonistas desta Mitica e Heróica Viajem. Passamos por quatro níveis: A Iniciação, O Despertar, O Mítico do Nós Somos até que possamos atingir o ultimo Nível, que apesar de ultimo continua a se estender ao infinito, ao Nível da Fonte do Ser: EU SOU

Tudo começa quando o Herói passa por um processo Iniciático ao receber o Chamado para a Aventura, ele parte em busca do Caminho para obter a Sabedoria e vivenciar o Sagrado, e o retorno para o Serviço quando completou a parte mais importante da sua iniciação, tornou-se o Herói regresso ao lar, com a Sabedoria, o Conhecimento, o Troféu ou o Objeto Sagrado de Poder. Agora tornou-se o Iniciado, que poderá trabalhar em prol da sua comunidade, e mesmo como mentor de novos Heróis que por ele serão iniciados.

No primeiro momento o Herói não tem ainda plena consciência da sua Missão, do seu Trabalho, é ao passar por uma experiência, talvez uma prova ou iniciação é que receberá o Chamado. Tais provas podem ser de ordem, física, mental ou espiritual, obstáculos como separações, doenças, infortúnios, desilusões entre outras. É que o Herói passa a perceber os sinais que o rodeiam, ou em termos Junguianos as ditas Sincronicidades, que vão ocasionando um Despertar, uma ampliação da percepção que tomam a forma de um Caminho, uma direção a seguirmos. É quando o Herói sente dentro de si o Chamado, que o impele a buscar informações, a fim de superar os bloqueios, as suas limitações ou dificuldades. É quando a Aventura propriamente dita inicia, é neste momento em que o Herói parte em sua busca, que muitas vezes ainda não sabe bem qual é, mas que ao longo do Caminho descobrirá.
Caminho este marcado por desafios, por monstros, dragões, bruxas, demônios, gigantes que transportados para os dias atuais, são todos os desafios de vida e profissionais que temos de iniciar, o vestibular, o concurso, o primeiro emprego, o primeiro filho, o desemprego, a morte de um ente querido, a separação, uma doença, entre outros.

Vencido os desafios, tal como Herácles ou Hercules e seus 12 trabalhos, Jasão e os Argonautas com o Velocino de Ouro, Odisseus ou Ulisses e o caminho de volta para Ìtaca, Arthur e a Espada Excalibru incravada na Pedra, Percival e o Cálice Sagrado, é tempo de retornarmos ao convivio do lar, de posse do merecido Troféu ou Conhecimento Sagrado. Pois é quando regressamos de nossa longa jornada e somos consagrados como Heróis é que o Trabalho ou o Serviço se iniciam, e passamos então a utilizar do Objeto de Poder (Conhecimento) em prol da comunidade. Excalibur a Espada da Justiça, O retorno a Ìtaca para o restabelecimento do Reino, O Cálice Sagrado que devolve o vigor ao Reino e ao Rei Arthur, Jasão e sua merecida consagração como Rei ao regressar de posse do Velocino de Ouro, tarefa até então mortal para todos que em vão tentaram antes deste.

Mas nem tudo são flores, pois o Herói também precisa enfrentar sua própria Sombra e Morte, precisa descer até a Noite Escura da Alma, precisar passar pelo Mundo dos Mortos de Hades ou Plutão e de lá escapar de Cérbero o Cão de 3 Cabeças Guardião da Saida deste Mundo Infernal. O Herói morre e renasce, retorna triunfante do Mundo dos Mortos e mais uma vez regressa ao Mundo dos Vivos, diferente e mudado de quem era até então, recebe novos conhecimentos, poderes, ou um objeto de grande poder capaz de auxiliá-lo a transceder a maior das Aventuras que se não a própria morte. E confrontar a própria Sombra é um dos maiores desafios do próprio Herói, Jasão teve de enfrentar a Morte dos Filhos pelo ciumes de Medeia sua Esposa, Hera enciumada pela infedelidade de Zeus, que gerou um filho Semideus Hércules, o enlouquece de modo que este mata todos os seus filhos e punido com os 12 trabalhos se redime como Herói.
Já Arthur tem de matar o próprio filho que tornara-se malévo-lo e Luke Skywalker enfrentar seu próprio Pai, Darth Vader um Cavaleiro Negro, que como Saturno ou Cronos destruia os próprios filhos, e desperta em Luke uma ambiguidade, uma lado sombrio em si mesmo até então desconhecido. Todos estes mitos, nos trazem a mensagem de que temos de ver sob a Luz, as Sombras que todos nós carregamos, que a Trancedência só é possível quando unimos as forças opostas, e quando entendemos que Luz e Sombras podem ser opostos, mas quando unidos são um. Nos mostra que a luta do ego, é destrutiva, mas que se nos guiarmos pelo Self (O Si Mesmo ou EU SOU), este passa a Ser o centro de nossa Psique, capaz de nos guiar rumo ao Despertar desta Morte Simbólica, quando então mais uma vez podemos Renascer das cinzas de outrora.

O próprio texto que inicia este diálogo, em Tempo de Morrer, Crescer e Nascer, nos remete ao nosso rejeitado nascimento quando dentro do utero materno (Paraíso), a Passagem pela qual todos passamos quando viemos a este mundo, simbolizada por inumeras Religiões e Tradições da Humanidade, e a morte como um estado intermediário, uma "Nova Passagem" a um outro mundo de Mistérios, a um Novo Nascimento ou se não Renascimento.

A todo instante vivemos pequenas mortes, e pequenos renascimentos, que nos exige a passagem pelo Sacrifício, como a planta que gera o fruto, amadurece, cai na terra e gera uma nova Arvore, que por sua vez repetirá todo este ciclo mais uma vez, e mais uma vez, e mais uma vez, infinitamente... e a História está cheia de Heróis Miticos e também Reais que realizaram algum tipo de sacrificio, antes de nascerem outra vez. A Terapia Iniciática que se aproveita da linguagem simbólica dos mitos, para narrar acontecimentos naturais e trancedentais da vida, se apoia nesta narrativa como forma de nos aproximar deste grande mistérios que é Morrer, Crescer e Nascer a todo instante, neste Grande Mito do Eterno Retorno o qual todos fazemos parte e que através da linguagem simbólica dos mitos, uma verdade mais profunda profunda pode ser intuida e assim compreendida, do que se utlizassemos apenas de uma narrativa linear e lógica.

Ao final o Grande intuito de uma Terapia Inciática, é de nos (re)lembrar que como o Centauro Quirón atingido por uma Flecha, tornou a sua Ferida Sagrada até ser imortalizado como a constelação de Sagitário, nos lembrando de que somos todos curadores feridos, mas com o forte proposito e objetivo de nos (re)ligarmos a Fonte de onde viemos e para onde como a água que do Oceano brotu um dia, que após ter percorrido uma longa jornada, volta reencontrar-se com o Grande Oceano Cósmico da Vida. Pois como os Nativos que acreditam terem vindo das Estrelas do Grande Pai Céu, a elas um dia novamente regressararemos como Heróis, quando a Jornada de Nossa Alma ou do EU SOU, completar o seu propósito.

Para finalizarmos, gostaria de convidá-los a juntos contemplarmos esta Grande História do Inicio ao Fim !!!

Mais do que todas as palavras aqui ditas, o filme abaixo fala tudo sem dizer uma única palavra... ou melhor ele diz todas as palavras que não precisam ser verbalizadas para serem ditas... pois já são ditas em um outro nível perceptivo...

Namastê !


Chegamos ao Final !!!


Ou diria...


Ao Inicio de tudo !!!


Ou melhor...


AO MITO DO ETERNO RETORNO !!!

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quinta-feira, 11 de março de 2010

Fábula Mito do Cuidado

Certo dia, ao atravessar um rio, Cuidado viu um pedaço de barro. Logo teve uma ideia inspirada. Tomou um pouco de barro e começou a dar-lhe forma. Enquanto contenplava o que havia feito apareceu Júpiter.

Cuidado pediu-lhe que soprasse espírito nele. O que Júpiter fez de bom grado.

Quando, porém, Cuidado discutiam, surgiu de repente, a Terra. Quis também ela conferir o seu nome a criatura, pois fora feita de barro, material do corpo da Terra. Originou-se então uma discussão generalisada.

De comum acordo pediram a Saturno que funcionasse como árbitro. Este tomou a seguinte decisão que pareceu justa:

Você, Júpiter, deu-lhe o espírito; receberá, pois de volta este espírito por ocasião da morte desta criatura.

Você, Terra deu-lhe o corpo; receberá, portanto, também de volta o seu corpo quando essa criatura morrer.

Mas como você, Cuidado, foi quem, por primeiro, moldou a criatura, ficará sob seus cuidados enquanto ela viver.

E uma vez entre vocês há acalorada discussão acerca do nome, decido eu: esta criatura será chamada Homem, isto é, feita de húmus, que significa terra fértil.


(Fonte: Leonardo Boff - Saber Cuidar).


Pensamentos e Reflexões

A partir da fabula mito do cuidado, somos capazes de construir um pensamento que nos liga diretamente ao proposito maior, de uma Psicologia Transpessoal na Educação ou Transpedagogia, que é a Educação em Valores Humanos. A ideia de um cuidado essencial com o Ser Humano, que por ventura se reflete na Terra, é o que se espera da transmisão de valores humanos. O mito em questão nos serve duas vezes um em sua expressão que nos recorda da conexão com o Planeta, com a Terra, do microcosmos existente dentro de cada um, reflexo de uma totalidade maior expressa no macrocosmos. Em segundo o mito nos serve até como ferramenta transpedagógica, uma vez que suscita em nós, e em que lê, refletir acerca da necessidade de cuidarmos do Ser Humano, de tranformar o Cuidado recebido, no Cuidado para com os outros seres e para com a própria Terra que lhe serve de lar.

Temos assistido há inumeros atos de vandalismo, sofrimento, destruição e também degradação seja das relações humanas, seja do meio ambiente que já reflete a falta de Cuidado, com as mudanças climáticas sentidas em todo o globo, com frio e calor recordes por todo o mundo, com a extinção de diversas espécies, com suas chuvas torrenciais, ventanias, terremetos e maremotos.

Tanto o Humano, quanto a Terra clamam pelo Cuidado essencial, capaz de mudar esta triste figura que se forma neste século da pós-modernidade. A Transpedagogia, melhor que ninguém representa a figura mitica do Cuidado, capaz de manter sob seus cuidados o Humano, que se educado, pode Cuidar da Terra, que vive e habita.

A Transpedagogia, prima por técnicas que visam reencantar o aprendizado, experienciar através do R.E.I.S. Ou Razão, Emoção, Intuição e Emoção integrados, e não em separados como uma suposta ciência fragmentada e mecanicista, faz-se supor sê-lo correto, quando retira do Objeto do Conhecimento, o Sujeito que lhe conhece e significa. A nulidade de um Sujeito na pesquisa é mutilar usando só de razão, o verdadeiro objeto do conhecimento, que passa pelas outras funções psiquicas, já citadas.

Assim o seu método, visa criar conexões, ela não separa, não fragmenta o saber, em especialidades cada vez menores de conhecimento, até que se perca por completo o objeto estudado. Diferentemente, a sua postura transdiciplinar, sob criticas de utópica, mas sem incomodar-se, por acreditar na necessidade de as ciências se comunicarem, ela vai além da interdisciplinaridade, que mantém as disciplinas separadas, tranferindo apenas muitas vezes apenas o método de estudo. O termo “Trans” que designa ir além, vai buscar ir além do conhecido, equanto Transdisciplinar vai dialogar e também pesquisar em conjunto com profissionais de diferentes ciências do conmhecimento, vai religar o saber, observando onde é possível falarmos a mesma língua, e vai também considerar enquanto postura Transpedagogica, o Sujeito que faz Ciência, ela não o anula, ao contrário ela reforça a postura do pesquisador diante do pesquisado.

Quem disse que para fazer ciência temos de ser frios, temos de estar presos há algum laboratório, temos de ser estritamente rigorosos e meticulosos com os resultados, é claro que há metodos a serem considerados, que não podem ser rejeitados, mas isto não implica uma postura em rejeitarmos o Sujeito que faz ciência, o Sujeito que conhece o objeto.

Não se pode esquecer que todo cientista, ao pesquisar sobre algo, teve uma intuição sobre o que buscava, sobre possíveis resultados, sobre como faria a sua pesquisa, não podemos desconsiderar que este mesmo cientista, no decorrer de suas pesquisas sentiu algo, e que a cada resultado emocionou-se, ou na falta destes também sentiu algo.

Todos sabemos que crianças aprendem com brincadeiras, aprendem porque se divertem, aprendem porque são curiosas, aprendem por que se mantém abertas ao novo, a mudança, as experiências. Não tem medo de errar, errar afinal é coisa de adulto, entre crianças não há erros, é como a célebre frase “não existem fracassos, apenas tentativas que ainda não deram certo” de Thomas Alva Edison, o Inventor da Lâmpada Elétrica, cuja lampada perfeita requereu não menos que outras 1000 lampadas.

Não é foco principal por parte da Transpedagogia, a transmissão de conteúdos, hoje na Era do Conhecimento, o que não falta é informação, há um excesso de informações, assim não é proposito da Transpedagogia, trazer ainda mais informações, e sim a de trabalhar as informações “pertinentes” existentes. De que adianta retórica, conhecimento, erudição, sem um propósito, sem um valor humano, que nos oriente para onde estamos indo, para onde desejamos chegar e para que Sociedade e Mundo, afinal o que desejamos construir ?

A Transpedagogia, ao reencantar o processo de ensino aprendizagem, e ainda em preocupar-se em cuidar de quem também cuida, ou seja do educador, ela vai além de outras posturas pedagógicas, que visam o ensino formal e intelectualizado, além da preoucpação em transmitir valores humanos e virtudes, como nos remete o antigo conceito de paidéia grega, uma educação cidadã, a Transpedagogia faz ainda melhor, pois estimula o próprio educando ir em busca de garimpar o próprio ouro, o educando torna-se a parte ativa de sua educação, e não um mero depositário de conteúdos, numa atitude vertical de ensino, dentro de uma concepção bancária de educação.

O Educando torna-se o verdadeiro Sujeito do Conhecimento, capaz de dizer a sua própria voz, como diria Paulo Freire ao ser capaz de imitar a própria voz divina e criadora, ao ser capaz de ler a sua própria palavra, antes de ler a palavra de outros que não as suas próprias.

O Cuidado Humano que a Transpedagogia tem para com o Educador e Educando faz dela, uma revolução de pensamento e pratica pedagógica, ao libertar o cativo aluno, e torna-lo coadjuvante da história que está a escrever e densenvolvendo valores humanos tais como: verdade, correção, amor, paz e não violência.

Pode se pensar numa prática de valores humanos nas escolas de trê modos, direto com um horário especial para a sua prática, indireto com o tema de valores humanos discutidos em outras disciplinas e paralela em oportunidades como visitas a igrejas, museus, filmes em que se pode aproveitar a ocasião para discutir-se sobre o tema de importante relevância.

Por fim do mesmo modo em que se pensa em uma ciência da... e com consciência. É preciso pensar numa Pedagogia que atrele a Consciência em sua prática, e a Transpedagogia, e suas técnicas que vão muito além da mera racionalidade, advindas das técnicas aplicadas pela Transpessoal, pode ainda indiretamente servir de trabalho terapeutico entre educadores e educandos. Do trabalho transpedagógico, é possível pensarmos num modo diferente de educação e ciência, de superarmos a fragmentação da relação Sujeito e Objeto, e repensarmos sobre o nosso posicionamento no cosmos e do mundo que desejamos construir.

Como diz Charles Chaplin:


“Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.”

Este é o verdadeiro espirito pelo qual a Transpedagogia luta, lembrar-nos todos os dias de nossa humanidade, que não pode ser esquecida ou sumplantada por nossa tecnologia.

Namastê !


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